POR GIL CIPRIANO - GIL ACERVO ESPORTIVO - IMAGENS DA INTERNET
A 23ª edição do evento, a quarta disputada na América do Norte, terá as seleções europeias tentando suplantar a hegemonia americana, enquanto a tetracampeã Itália ficará, pela terceira edição seguida, fora da competição. Esse é o cardápio da Copa do Mundo de 2026.
O torcedor brasileiro, caso o Brasil não conquiste o título, provavelmente apoiará outra seleção do nosso continente. Se isso acontecer, o Uruguai seria um forte candidato. Porém, ainda estamos engasgados com o Maracanaço de 1950 e o Alcides Ghiggia, nem me lembre.
Seria melhor ter outra seleção tetra? Para não perdermos a coroa de único pentacampeão mundial. Mas, para isso, talvez tivéssemos de unir forças com a atual campeã… Pera aí, torcer para a Argentina? Nem passa pela nossa cabeça!
A Colômbia, com suas belas praias, e o Equador, deixando de ser apenas uma linha imaginária, podem surpreender? Já sei: o Paraguai tem sido o centro das atenções e atraído muitos empresários, mas Larissa Riquelme já não continua sendo a mesma musa.
Os europeus, por meio das seleções da França, Espanha e Portugal, possuem grande favoritismo e vivem um momento melhor, não apenas pela qualidade de seus campeonatos nacionais, mas também pelas competições disputadas no continente entre as seleções, como a Eurocopa e a Liga das Nações, que credenciam seus participantes a voos mais altos.
O que seria de grande parte dessas seleções europeias sem os jogadores oriundos de suas antigas colônias no continente africano? A dupla cidadania, não apenas de países africanos, mas também da Argélia, tem sido essencial para muitas dessas equipes.
Há seleção europeia bicampeã mundial com dez jogadores inscritos nessas condições. Isso não explica totalmente essa supremacia, mas tem sido um grande diferencial em relação a muitos participantes.
Fora desses continentes, vejo com boas perspectivas as seleções africanas da Costa do Marfim e Marrocos (nosso primeiro adversário) e o Japão do continente asiático. Porem, deve fazer boa participação, mas em questão de conquista é pouco improvável.
Apesar de nossa seleção não viver um bom momento, a campanha nas Eliminatórias para a Copa foi desastrosa. Trocamos de técnicos durante a competição e, mesmo assim, tivemos muitas dificuldades.
O torcedor brasileiro terá de ter muita fé e acreditar no super vencedor da Champions League, campeão tanto como jogador quanto como técnico: o mister Ancelotti. Avanti, Brasile!